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Garota enxaqueca!

5 maio

Eu sou uma garota enxaqueca! enxaqueca

Não no aspecto que você está pensando! Pelo menos, não toda hora, rs!

Mas eu sou uma garota enxaqueca mesmo. Leia-se: a dor! Aquela dor!

Enxaqueca = desequilíbrio químico no cérebro, envolvendo hormônios e substâncias denominadas peptídeos.

Eu li no site www.enxaqueca.com.br : ” Esse desequilíbrio resulta de uma série de outros desequilíbrios neuroquímicos e hormonais, decorrentes do estilo de vida e hábitos do portador da doença, e também de uma predisposição genética. O resultado é uma série de sintomas, que podem ir muito além da dor de cabeça. Por sinal, existem casos de crises de enxaqueca sem, ou com muito pouca dor. Geralmente porém, a dor de cabeça é o sintoma mais dramático da enxaqueca e sua intensidade, apesar de variável, na maioria dos casos é moderada a severa”.

Opa, tem dias que a minha é angustiante. Como ontem, quando eu acabei correndo para o banheiro pra …. isso mesmo que você está pensando….. coloquei os bofs pra fora, rs!!!!

Hoje está apenas dolorida, oscilando no decorrer do dia. Vou chegar em casa e vou direto pra cama, descansar a cabeça, rs, literalmente!

Eu sei que às vezes a crise vem porque estou chateada, triste, irritada ou porque chorei muito… E outras vezes, é a alimentação que atrapalha, ou a menstruação, a friagem! Enfim, tudo que o corpo (físico e emoção) sente é direcionado para um ponto: a cabeça!

O site continua: “A localização da dor pode variar de crise para crise; raramente dói sempre no mesmo lugar. A dor pode ocorrer em qualquer lugar da cabeça, inclusive na região dos dentes, dos seios da face e da nuca, dando origem à confusão com problemas dentários, de sinusite e de coluna”.

É verdade…. ontem teve uma hora que eu não enxergava direito, sentia dor atrás dos olhos, na cabeça toda, mudando de lugar, horrível.

E ainda: ” Os demais sintomas da enxaqueca compreendem náuseas (enjôo), vômitos, aversão à claridade, ao barulho, aos cheiros, hipersensibilidade do couro cabeludo, visão embaçada, irritabilidade, flutuações do humor, ansiedade, depressão (mesmo fora das crises) e lacrimejamento. Um indivíduo não precisa apresentar todos estes sintomas para ter enxaqueca. Normalmente apresenta alguns deles, em graus variados”.

Chato! Quem tem sabe do que eu estou falando! Na vida “moderna” me diga quem alguma vez não teve uma crise?

Mais:  “A duração de uma crise de enxaqueca é, tipicamente, de 3 horas a 3 dias, seguida de um período variável sem nenhuma dor. Pode ser precedida por uma alteração do humor (euforia em alguns casos, depressão e irritabilidade em outros) e do apetite (vontade de comer doces, ou então perda de apetite), visão embaçada, visão dupla, escurecimento da visão (cegueira parcial) de um ou ambos os olhos, e sensação de estar vendo pontos brilhantes, como se fossem vaga-lumes. Entre outros sintomas estão incluidos diminuição da força muscular de um lado do corpo, formigamentos, tonturas, diarréia, podendo também ocorrer as manifestações visuais já descritas.

A dor pode ser muito forte, a ponto de impedir o indivíduo de exercer qualque atividade, obrigando-o a ficar deitado, num quarto escuro, em silêncio, durante horas ou dias. O paciente torna-se muito irritável, preferindo ser deixado sozinho.

Boa parte das crises terminam com o sono, ou então quando a pessoa vomita (principalmente as crianças). Ao fim de uma crise, o paciente sente-se como que de ressaca, apresentando, por mais de um dia, tolerância limitada para atividade física e mental”.

É isso, gente! Mas existem diversos tratamentos para ela: remédios, acupuntura, práticas de relaxamento, entre outros.  Embora digam que não existe uma cura, não adianta ficar parado, se você realmente quer tratar, há milhares de opções disponíveis…. opções para os sintomas, mas não para a causa!

Ainda saliento um aspecto: não adianta nada fazer mil tratamentos e continuar guardando emoções, sendo mau humorado, irritadiço, intolerante com as coisas… nesse caso, vai ser difícil sua dor acabar! Você vai continuar cuidando apenas dos sintomas. 

Somente você é capaz de influenciar, de dentro, as substâncias químicas, neurotransmissores, hormônios e receptores envolvidos na sua doença, enfim, as suas energias, e as reações ligadas a elas.

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“A maneira como dormimos, como nos alimentamos, como nos movimentamos e como gerenciamos nossas emoções, influencia diretamente aqueles fatores que se encontram em desequilíbrio.
Tome uma decisão pela sua saúde. Aproveite para se dar o maior presente para sua vida: a decisão de se cuidar. 

Ninguém pode cuidar melhor de você, que você mesmo, não é verdade?

Cuidando-se, você passa a sentir um controle, um poder cada vez maior sobre sua saúde e seu destino. Sim – você perceberá que seu próprio humor, estado de espírito, beleza e saúde não são obras do acaso, mas dependem, quase inteiramente, de como você se cuida.

E não é tão difícil assim. Pode começar com um bom banho, uma boa massagem, um tempo que você dedica só para você todos os dias. É claro que cuidar-se passa necessariamente pelas suas escolhas e conhecimentos na área da alimentação, sono, atividade física e gestão do stress.

E onde fica o seu médico em tudo isso? Na minha opinião, o papel do médico é orientar, diagnosticar, e quando necessário, tratar dos seus sintomas. Mas nessa parceria entre você e seu médico, é você quem detém o papel principal: o de cuidar ativamente, e bem, dessa prova viva da manifestação divina que é você”.

Fonte: www.enxaqueca.com.br

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